Nestes últimos meses tenho andado meio à deriva no que toca a esta temática. Talvez culpe o frio que vai estando por isso, pois parece que não sei ser sexy no Inverno!
A verdade é que esta semana ouvi nas notícias que não ia chover nos próximos tempos e que, esse cenário ia ser avassalador para a nossa agricultura e demais áreas por aí envolvidas. Peço-vos que não façam de mim uma parva fútil, mas foi aí que reparei que, com ausência de chuva, também haveria ausência de volume no cimo da minha cabeça. Palavra puxa palavra, ideia puxa ideia e decidi aliar todos os trunfos femininos que tenho aos outros tantos "semi-artísticos" e, ainda, aos compulsivamente procuradores de organização. Primeiro, e ainda na temática do cabelo, percebi que o meu namorado tem mesmo razão quando diz que eu fico mesmo bonita de cabelo esticado... A verdade é que, assim e sem aparelho, pareço o desabrochar do patinho feio (ou da Betty Feia, porque também larguei a franja - ainda que com muita pena minha). Percebi que 35 minutos agarrada a um ferro alisador que tudo o que faz é estragar-me o cabelo e queimar-me as pontas dos dedos, vale mesmo a pena! Assim sendo, das 24 horas que o movimento de rotação da Terra me oferece, tirei-lhe cerca de meia-hora para o meu cabelo. Agora até vai tomar um banhinho de cor e para verem como as coisas mudam, já não vai ser preto. Bem, depois de o ter escrito, apercebi-me que tirei da minha vida tudo o que de mim era Betti Page... No more franja and no more preto...
Já na roupa, depois de ter dobrado tanta este fim-de-semana, percebi que tenho "n" conjuntos inimagináveis dentro do meu roupeiro. Como não é de estranhar, o meu "closet" (palavra em homenagem à celebração do ser mulher!) é uma mistura gigante entre roupa casual, vintage, ultra-avó, pavoneantemente decorada, camisolões largos, botas, poucas calças, muitas saias...
Vi que as coisas estavam muito mal quando me deparei que tinha vestido calças de ganga e skinny vermelhas ou azuis durante 15 dias consecutivos. E, o pior: combinadas com ténis!!! Aproveitei, como disse, o castigo que é dobrar roupa para pensar em mim e nas minhas roupas. Celebrando também o tradicional atraso feminino, deixei o meu namorado uns 30 minutinhos à espera e decidi que, a partir de agora vou conjugar todas as possibilidades existentes dentro do meu roupeiro. É aqui que estou a aliar as minhas capacidades artísticas e de organização: aquilo a que me propus não é mais do que uma espécie de inventário de toda a minha roupa. Visto que estou sem computador e sem câmara fotográfica, vou aproveitar as alturas em que o Mac do namorado está a fazer música para pôr mãos à obra e aos lápis de cor e começar, de novo, a desenhar sem parar!
Deixei para último o que a mim me envergonha mais...
É natural que no Verão eu não me maquilhe muito pois o próprio calor e a minha necessidade de andar de um lado para o outro impedem-me de andar com muitas avarias na minha cara, vai disto e, a maquilhagem de eleição do calor é apenas um lip gloss e cat eyes pretos ou, no máximo dos máximos, troco o lip gloss pelo clássico batom vermelho forte. O que não é natural é que, desde o Natal eu só me tenha maquilhado "a sério" cerca de 3 vezes e nem sequer me lembrar das cores que pintei na Passagem de Ano. Ainda para mais quando, em Janeiro, recebi uma paleta amorosa de 180 cores que o meu amigo Rodolfo baptizou carinhosamente de Transformers da Maquilhagem.
Desta forma, e ainda que a minha vontade fosse castigar-me, optei por duas saídas: voltar às maquilhagens de, pelo menos, 3 tons, para o dia-a-dia e passar a fazer Face Charts das maquilhagens artísticas para não estragar (mais) a pele. Que, por falar nisso, já merecia uns carinhos pois eu ando uma comedora de bacon e companhia implacável e isto só me rebenta com a pele toda da cara...
Não me proponho a dietas porque isso para mim é demasiado inconcebível... Prefiro mil vezes a delícia de uma bela refeição de Mcdonalds do que a delícia que algumas mulheres (e homens) sentem ao ver alguém com menos forma física.
Também não me proponho a grandes exercícios físicos... Tentei, e o Giuseppe bem sabe que tentei, mas tudo o que consegui foram 200 abdominais. No entanto, estou a pensar começar a correr e, quem sabe, entrar para o ginásio. E mais!! O grande passo da celebração do Ser Mulher, para mim também o grande passo do Ser Confiante, era entrar para uma escola de Dança do Ventre. Isso sim, é o fim e o princípio de muitas coisas na minha vida e no meu "mulherismo".
Bem sei que isto não adianta nada aos leitores do meu blog e que mais uma vez, para o actualizar, venho falar de mim - eu eu e eu! Mas estava a precisar e, nunca se sabe se alguém, aí do outro lado, não me compreende. Sabe-se lá se eu não posso inspirar alguém...
Sinceramente espero que sim, até gostava e, como boa mulher, o idealismo vem agarrado a mim.
À parte disto e de todas e quaisquer "divices", continuo a gostar de me divertir, de jogar, de sair e ir para a mata, de pensar em filosofia, de ser "NERD SOCIAL", de ouvir música "de macho", de comer batatas fritas com as mãos e de fazer barulho. É isso que eu Amo em mim: poder ser tantas coisas ao mesmo tempo sem ser incoerente. E sei também que é esta minha "capacidade", que vendo bem não é nada demais, que cativa e apaixona algumas das pessoas que me rodeiam.
Entretanto, vou continuar a devorar revistas, blogs e páginas de moda, a olhar-me ao espelho, a coleccionar imagens fofinhas e a sorrir!
Sabem que mais?
É óptimo estar apaixonada!
(agora que sou mulher, talvez um dia venha para aqui falar sobre isso).
Um beijo,
Alexandra Nunez Duarte!
A verdade é que esta semana ouvi nas notícias que não ia chover nos próximos tempos e que, esse cenário ia ser avassalador para a nossa agricultura e demais áreas por aí envolvidas. Peço-vos que não façam de mim uma parva fútil, mas foi aí que reparei que, com ausência de chuva, também haveria ausência de volume no cimo da minha cabeça. Palavra puxa palavra, ideia puxa ideia e decidi aliar todos os trunfos femininos que tenho aos outros tantos "semi-artísticos" e, ainda, aos compulsivamente procuradores de organização. Primeiro, e ainda na temática do cabelo, percebi que o meu namorado tem mesmo razão quando diz que eu fico mesmo bonita de cabelo esticado... A verdade é que, assim e sem aparelho, pareço o desabrochar do patinho feio (ou da Betty Feia, porque também larguei a franja - ainda que com muita pena minha). Percebi que 35 minutos agarrada a um ferro alisador que tudo o que faz é estragar-me o cabelo e queimar-me as pontas dos dedos, vale mesmo a pena! Assim sendo, das 24 horas que o movimento de rotação da Terra me oferece, tirei-lhe cerca de meia-hora para o meu cabelo. Agora até vai tomar um banhinho de cor e para verem como as coisas mudam, já não vai ser preto. Bem, depois de o ter escrito, apercebi-me que tirei da minha vida tudo o que de mim era Betti Page... No more franja and no more preto...
Já na roupa, depois de ter dobrado tanta este fim-de-semana, percebi que tenho "n" conjuntos inimagináveis dentro do meu roupeiro. Como não é de estranhar, o meu "closet" (palavra em homenagem à celebração do ser mulher!) é uma mistura gigante entre roupa casual, vintage, ultra-avó, pavoneantemente decorada, camisolões largos, botas, poucas calças, muitas saias...
Vi que as coisas estavam muito mal quando me deparei que tinha vestido calças de ganga e skinny vermelhas ou azuis durante 15 dias consecutivos. E, o pior: combinadas com ténis!!! Aproveitei, como disse, o castigo que é dobrar roupa para pensar em mim e nas minhas roupas. Celebrando também o tradicional atraso feminino, deixei o meu namorado uns 30 minutinhos à espera e decidi que, a partir de agora vou conjugar todas as possibilidades existentes dentro do meu roupeiro. É aqui que estou a aliar as minhas capacidades artísticas e de organização: aquilo a que me propus não é mais do que uma espécie de inventário de toda a minha roupa. Visto que estou sem computador e sem câmara fotográfica, vou aproveitar as alturas em que o Mac do namorado está a fazer música para pôr mãos à obra e aos lápis de cor e começar, de novo, a desenhar sem parar!
Deixei para último o que a mim me envergonha mais...
É natural que no Verão eu não me maquilhe muito pois o próprio calor e a minha necessidade de andar de um lado para o outro impedem-me de andar com muitas avarias na minha cara, vai disto e, a maquilhagem de eleição do calor é apenas um lip gloss e cat eyes pretos ou, no máximo dos máximos, troco o lip gloss pelo clássico batom vermelho forte. O que não é natural é que, desde o Natal eu só me tenha maquilhado "a sério" cerca de 3 vezes e nem sequer me lembrar das cores que pintei na Passagem de Ano. Ainda para mais quando, em Janeiro, recebi uma paleta amorosa de 180 cores que o meu amigo Rodolfo baptizou carinhosamente de Transformers da Maquilhagem.
Desta forma, e ainda que a minha vontade fosse castigar-me, optei por duas saídas: voltar às maquilhagens de, pelo menos, 3 tons, para o dia-a-dia e passar a fazer Face Charts das maquilhagens artísticas para não estragar (mais) a pele. Que, por falar nisso, já merecia uns carinhos pois eu ando uma comedora de bacon e companhia implacável e isto só me rebenta com a pele toda da cara...
Não me proponho a dietas porque isso para mim é demasiado inconcebível... Prefiro mil vezes a delícia de uma bela refeição de Mcdonalds do que a delícia que algumas mulheres (e homens) sentem ao ver alguém com menos forma física.
Também não me proponho a grandes exercícios físicos... Tentei, e o Giuseppe bem sabe que tentei, mas tudo o que consegui foram 200 abdominais. No entanto, estou a pensar começar a correr e, quem sabe, entrar para o ginásio. E mais!! O grande passo da celebração do Ser Mulher, para mim também o grande passo do Ser Confiante, era entrar para uma escola de Dança do Ventre. Isso sim, é o fim e o princípio de muitas coisas na minha vida e no meu "mulherismo".
Bem sei que isto não adianta nada aos leitores do meu blog e que mais uma vez, para o actualizar, venho falar de mim - eu eu e eu! Mas estava a precisar e, nunca se sabe se alguém, aí do outro lado, não me compreende. Sabe-se lá se eu não posso inspirar alguém...
Sinceramente espero que sim, até gostava e, como boa mulher, o idealismo vem agarrado a mim.
À parte disto e de todas e quaisquer "divices", continuo a gostar de me divertir, de jogar, de sair e ir para a mata, de pensar em filosofia, de ser "NERD SOCIAL", de ouvir música "de macho", de comer batatas fritas com as mãos e de fazer barulho. É isso que eu Amo em mim: poder ser tantas coisas ao mesmo tempo sem ser incoerente. E sei também que é esta minha "capacidade", que vendo bem não é nada demais, que cativa e apaixona algumas das pessoas que me rodeiam.
Entretanto, vou continuar a devorar revistas, blogs e páginas de moda, a olhar-me ao espelho, a coleccionar imagens fofinhas e a sorrir!
Sabem que mais?
É óptimo estar apaixonada!
(agora que sou mulher, talvez um dia venha para aqui falar sobre isso).
Um beijo,
Alexandra Nunez Duarte!










